O
sabão é um produto
tensoativo usado em conjunto com
água para lavar e limpar. Sua apresentação é variada, desde barras sólidas até líquidos viscosos.
Do ponto de vista
químico, o sabão é um
sal de
ácido graxo. Tradicionalmente, o sabão é produzido por uma reação entre
gordura e
hidróxido de sódio e
de potássio e
carbonato de sódio, todos álcalis (
bases) historicamente
lixiviados das cinzas de madeiras de lei. A
reação química que produz o sabão é conhecida como
saponificação. A gordura e as bases são
hidrolisadas em água; os
gliceróis livres ligam-se com grupos livres de
hidroxila para formar
glicerina, e as moléculas livres de
sódio ligam-se com ácidos graxos para formar o sabão.
[1]
Muitos produtos de limpeza atuais não são tecnicamente sabões, mas
detergentes, de produção mais barata e simples.
A palavra portuguesa "sabão" provém do
latim sapo ("sabão"). O termo latino, por sua vez, tem origem no
germânico *saipo-.
[2] O latim
sapo é cognato com a forma latina
sebum, "sebo". Então o sabão é pó.
O sabão limpa porque as suas
moléculas se ligam tanto a moléculas não-polares (como
gordura ou
óleo) quanto polares (como
água). Embora a gordura geralmente adira à pele ou à roupa, as moléculas de sabão ligam-se à gordura e tornam-na mais fácil de ser enxaguada em água. Quando aplicada a uma superfície suja, a água com sabão mantém as partículas de sujeira em
suspensão, para que o conjunto possa ser enxaguado com água limpa.
O
hidrocarboneto dissolve sujeira e óleos, enquanto que a porção ionizada torna o sabão solúvel em água. Assim, permite que a água remova matéria normalmente insolúvel em água, por meio da
emulsificação.
Fonte: Wikipedia